Quem detém poder deve ser necessariamente fiscalizado. Por isto, a implementação de um Código de Conduta de forma criteriosa e não açodada é absolutamente imperiosa para os tribunais superiores, pelas mesmas razões que determinaram a implementação nos Estados Unidos e na Alemanha, para estabelecer critérios e limites na questão de presentes, luxos, benefícios e interações de magistrados com o mundo privado.
E para estabelecer um grande marco ético, pois não é plausível que se viva um ambiente de vale-tudo nesse contexto, sendo imperioso estabelecer princípios essenciais e as respectivas punições pelas violações, além de delimitar os limites entre o público e o privado, em prol da prevalência do interesse público.
Leia mais no texto original publicado na coluna semanal de Roberto Livianu no Poder360:
*Fonte: Poder 360 (texto de Roberto Livianu)
Código de Conduta para todos os tribunais superiores pelo CNJ
**Imagens meramente ilustrativas.

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