CETESB PEDE INTERDIÇÃO DEFINITIVA DE ÁREA QUE RECEBE ATERRO DE CONSTRUÇÃO

A Cetesb (Agência Ambiental do Estado de São Paulo) encaminhou para a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, pedido de interdição definitiva da área do Aterro Sanitário de Avencas, onde são depositados resíduos de construção civil.

De acordo com reportagem do Jornal da Manhã, o gerente da agência de Marília, Walter Tadeu Lunardelli Coiado, afirmou que o pedido de interdição definitiva da área foi feito porque não é possível licenciar o aterro da forma como está sendo feito o despejo dos resíduos, sem nenhum controle ou triagem.

A interdição torna ainda mais difícil a situação de 27 empresas de caçambas da cidade, que descartam no local entre 250 e 300 caçambas de entulho por dia.

Ainda segundo a reportagem o gerente da Cetesb afirmou que nesse caso é necessário ter uma instalação licenciada apta a receber este tipo de resíduo, com um trabalho de triagem e reaproveitamento.

Em nota a prefeitura informou que está providenciando a licitação para que uma empresa terceirizada gerencie o aterro de resíduos da construção civil, que ficará ao lado do Aterro Sanitário em Avencas, mas não deu prazo para a solução do impasse.

O local onde é feito o transbordo do lixo orgânico domiciliar também é alvo de pedido de interdição temporária pela Cetesp. Pedido que estaria em análise.

Na Vistoria realizada pela agência ambiental foi constatado que o local necessita de adequações, como a impermeabilização da área de transbordo e uma cobertura.

A Prefeitura também informou que vai realizar os ajustes necessários para evitar a interdição do transbordo do lixo domiciliar.

A MATRA acompanha a situação em defesa da transparência e da boa aplicação dos recursos públicos.

(com informações do Jornal da Manhã)