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Comissão vai acompanhar caso do transporte coletivo em Marília

22 de maio de 2013 - 10:14

A sessão da Câmara em Marília (SP) foi agitada na noite de segunda-feira (20). Dois projetos complicados passaram pelas mãos dos vereadores. Um foi sobre o transporte coletivo da cidade. Os vereadores aprovaram uma comissão para avaliar as liminares da prefeitura e também da empresa de ônibus Circular, que está afastada do serviço. Desde o último sábado (18), outras duas estão atuando. Na sessão teve também projeto aprovado, que diminui a dívida do município com o Instituto de Previdência dos Servidores.

A comissão deve ser formada pelo vereador Wilson Damasceno e pelos integrantes da mesa diretora. As duas novas empresas de ônibus passaram a operar o transporte público. A prefeitura diz que tem uma ordem judicial que dá esse direito às empresas. Já a Circular, que está afastada do serviço, afirma que a prefeitura terá que responder na Justiça por essa medida. A Circular afirma que é ela quem teria o direito, de acordo com uma liminar.

Nesse momento de dúvidas, de incertezas e até mesmo de um atendimento que estamos percebendo que está precário, vejo a necessidade da aproximação da Câmara Municipal e, juntos, buscar rapidamente buscar solucionar essa demanda que está precisando de uma agilidade maior nos itinerários e horários de atendimento do transporte coletivo da população”, informou Damasceno.

Reclamações

Os usuários do transporte público reclamam sobre o cartão com bônus de passagens e a demora dos ônibus. Algumas pessoas ainda estão usando os cartões que eram da empresa Circular. Já outras não conseguem utilizar. O presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento Rural e Urbano de Marília, Cléber Pinha Alonso, informou que a dúvida sobre o uso do cartão surgiu por causa do descumprimento de uma ordem judicial da empresa Circular.

“A empresa está sendo obrigada a passar o banco de dados para as duas empresas que estão operando no momento. Esse banco de dados permite fazer essa transição e o usuário pode fazer o uso do serviço de transporte coletivo sem problema algum. É uma questão que está atrapalhando um pouco o não cumprimento dessa ordem judicial. A solução está sendo o usuário comparecer ao terminal. É permitido o acesso dele ao terminal e ele não tem problema nenhum em referência a isso até que esse impasse seja resolvido definitivamente”, explicou.

No entanto, o presidente da Emdurb não estipulou um prazo para que o problema seja encerrado. “Como está ainda no campo das decisões judiciais e das brigas judiciais, esperamos que isso seja resolvido o quanto antes. Evidentemente, a preocupação da prefeitura, do poder público municipal, é que a população seja atendida com eficiência e com qualidade. Em nome disso a gente espera que isso aconteça rapidamente”, afirmou Alonso.

Já em relação ao telefone 0800 das empresas para reclamações e sugestões dos usuários, Cléber Alonso disse que o serviço também é uma exigência contratual. “Está no contrato das empresas para colocar à disposição da população para reclamações e, se ele não está funcionando, compete agora à Emdurb exigir o cumprimento fiel dessa determinação. Estamos entrando em contato com as empresas para que o serviço do 0800 também seja eficiente”, completou.

Fonte: G1

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