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Eleitor analisa antecedente e não acredita em programa de governo

24 de julho de 2012 - 10:06

LEVANTAMENTO feito pelo Correio Mariliense durante a semana aponta que o eleitor define em quem vai votar para prefeito analisando os antecedentes do candidato.

Por outro lado, uma grande maioria não leva em consideração os planos de governo apresentados pelos políticos, por não acreditar que eles serão cumpridos.
O jornal disponibilizou na Internet, no link “enquete”, a seguinte pergunta: “Na hora de escolher o candidato a prefeito de sua cidade, qual avaliação você faz?”. Como alternativas para resposta, o internauta e leitor do jornal poderia escolher: a) Vejo os planos de governo, para escolher o melhor projeto; b) Analiso os antecedentes dos candidatos; c) Não acredito nos planos de governo, já que nunca são cumpridos; d) Promessas políticas não me convencem, faço a opção pelo voto útil e e) Defino o voto na hora, com a ajuda dos amigos e familiares.
A equipe de repórteres do Correio Mariliense ouviu também os leitores nas ruas. João Gilberto Antico Júnior ressaltou que leva em consideração os antecedentes dos políticos, para definir a escolha do futuro prefeito de Marília. “Nós precisamos ficar atentos com essa questão que é importante. Não podemos colocar na Prefeitura pessoas que tem antecedentes criminais”, explicou.
A enquete realizada pelo jornal não tem validade científica, pois é feita apenas por meio de uma pequena amostragem de depoimentos e opiniões com a escolha pré-defina por meio de opções. O objetivo é traçar apenas uma “amostragem” sobre a opinião dos leitores e internautas.
O levantamento mostrou, até sábado, que 37,5% dos eleitores escolheram a opção “B”, que prevê a “análise dos antecedentes dos candidatos” para definir a opção de voto. De outra forma, 33,33% fizeram a opção pela letra “C”, que aponta o descrédito nos “planos de governo”, sob a alegação de que “eles nunca são cumpridos”.
As alternativas “A” e “D” apresentaram “empate” técnico, tendo recebido 13,89% dos votos dos participantes da enquete. Estas pessoas analisam os planos de governo (alternativa A) e as demais fazem a opção pelo “voto útil”, por não se deixar convencer pelas promessas dos políticos. A última alternativa disponível “E”, sobre a definição do voto com “a ajuda de amigos e familiares”, recebeu 1,39% dos votos.

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