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MEDEX: MINISTÉRIO PÚBLICO REQUER NORMALIZAÇÃO DA ENTREGA EM 15 DIAS

11 de abril de 2017 - 12:00

O Ministério Público requer a normalização da entrega de remédios de alto custo em 15 dias. O prazo foi concedido ao DRS (Departamento Regional de Saúde) por conta das incontáveis queixas dos usuários pela redução do horário de funcionamento da Medex (Farmácia do Estado em Marília).

O promotor de Justiça da Saúde Pública e dos Direitos Humanos, Isauro Pigozzi Filho, instaurou inquérito requerendo informações sobre o funcionamento da Medex. O DRS (Departamento Regional de Saúde) teve até o dia 5 de abril para responder à Promotoria sobre a redução no horário de atendimento e quais as medidas tomadas para atender às reclamações dos usuários.

Nesta semana, o serviço informou ao MP que a medida visou priorizar a distribuição de medicamentos à região, que estava morosa e foi alvo de reclamações. Como faltam servidores para cumprir todo o trabalho, o horário de funcionamento da Medex, que já foi das 7h às 17h, passou gradativamente a ser das 7h às 11h, possibilitando maior dedicação aos 62 municípios da área de abrangência do DRS de Marília.

“O Colegiado Intergestor Regional de Marília apontou privilégio a Marília, que tem dispensação direta dos medicamentos aos usuários, enquanto que nos demais municípios os remédios são entregues pelo DRS às prefeituras e esse serviço estava bastante lento”, mencionou o promotor.

Diante das informações prestadas, o Ministério Público reiterou a necessidade de melhorar a entrega dos remédios de alto custo à população, que tem que estar na Medex antes das 11h, antes que o portão feche, mas aguarda por horas pelo atendimento.

O MP não interfere na gestão da Saúde, desde que garanta o bom atendimento à população. Portanto, ainda não é possível prever se a solução do problema virá com contratação temporária de pessoal, com aumento do horário de atendimento da Medex ou com uma parceria com a Prefeitura de Marília para que o Município assuma a dispensação também dos remédios de alto custo.

Fonte: Jornal da Manhã

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