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Pregão eletrônico gera economia de R$ 2,13 bilhões em seis meses

26 de julho de 2011 - 15:54


O governo federal deixou de gastar R$ 2,13 bilhões no primeiro semestre deste ano ao optar pela modalidade pregão eletrônico nas compras e contratações de bens e serviços comuns. O resultado da diferença entre o valor dos produtos no mercado e o efetivamente pago pelos cofres públicos no fechamento das licitações corresponde a uma economia de 21% nos últimos seis meses.

Levantamento do Ministério do Planejamento mostra que, para alcançar essa redução nos preços os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional, foram realizados 10.989 pregoes, com desembolso total de R$ 7,98 bilhões e participação de 23.856 fornecedores de todo o País. Desses, 7.565 venceram as disputas e finalizaram o processo de vendas com o governo.

Tirando as dispensas de licitação, a modalidade eletrônica já é responsável por 91% de todos os contratos firmados entre o Poder Executivo federal e terceiros nos últimos 11 anos. Os pregões são realizados por meio do portal Comprasnet. Atualmente, cerca de 2.209 unidades públicas da esfera federal e 5.800 pregoeiros fazem uso dessa ferramenta.

Para o secretário e Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento Delfino de Souza, além do ganho para o Estado, este modelo de compras alterou significativamente o sentido das aquisições governamentais, trazendo mais agilidade e transparência em todas as fases do certame e atraindo um maior número de vendedores. “A tendência é que o pregão seja cada vez mais utilizado, como recomenda as práticas modernas de governança”, prevê ele, explicando que esse mecanismo reduz custos operacionais, amplia as formas de fiscalização do dinheiro público e possibilita melhores compras.

Sustentáveis – No mesmo ritmo de crescimento, a opção pelas compras sustentáveis, também chamadas de licitações verdes, ganha cada vez mais espaço nas negociações. Só no primeiro semestre de 2011 foram fechados 88.024 mil processos de aquisição, movimentando recursos da ordem de R$ 2,37 milhões. Esse montante é 8,53% maior do que o computado em igual período de 2010.

A lista de produtos ecologicamente corretos inclui papel reciclável, “computadores verdes”, equipamentos produzidos com madeira certificada, transportes movidos à energia mais limpa, alimentos orgânicos e sistemas de ar condicionado tecnologicamente evoluídos. Os órgãos federais que mais firmaram contratos com esse tipo de mercadoria nos últimos dois anos foram o Ministério da Educação (163), o Ministério da Defesa (105) e o Ministério do Meio Ambiente (48).

Fonte: Secom – 25/07/2011

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