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Reforma do Teatro Municipal segue cronograma previsto, afirma Prefeitura

23 de julho de 2015 - 11:53

Conforme informações da assessoria de imprensa da Prefeitura, as obras de reforma do Teatro Municipal “Waldir Silveira de Melo” estão dentro do cronograma previsto pela empresa Sercal Engenharia (responsável pela obra). “A reforma da cobertura interna do teatro está praticamente finalizada. Colocamos pisos e azulejos nos banheiros e já iniciamos a remodelação do hall de entrada. A parte elétrica também está bem adiantada. Além disso, já aumentamos a área de boca de cena”, informou Leandro Braga da Costa, encarregado de obras da Sercal Engenharia.

Segundo Leandro Costa, mais de 30% dos trabalhos já foram executados pela empresa até o momento. “O cronograma de realização dos serviços está de acordo com o estabelecido pelos nossos engenheiros”, comentou o encarregado de obras. A expectativa de entrega da obra é para o primeiro trimestre de 2016.

Além do teatro, a Praça da Bandeira, área anexa ao espaço público, também receberá revitalização, como limpeza, pintura, troca de iluminação e vegetação.

Drama mariliense

O Teatro Municipal foi fechado em 2009 após apresentar problemas na estrutura do telhado, cuja reforma custaria R$ 195 mil, aproximadamente, e duraria cerca de dois meses. Assim, foi aberto um processo licitatório e as obras foram iniciadas efetivamente em cinco de outubro pela empresa Tortela & Tortela Construtora Ltda ME, de Promissão, com prazo de 60 dias para a conclusão.

Pouco depois, imbróglio envolvendo o contrato firmado entre o município e a empresa acabou na paralisação das obras. Com o destelhamento do prédio sem a devida cautela e proteção do material interno, as águas das chuvas caíram nas dependências internas do teatro e causaram danos nos pisos, paredes, ar condicionado e poltronas instaladas.

Após o episódio, a prefeitura abriu nova licitação, desta vez para uma obra maior, com troca de cadeiras, renovação dos banheiros, isolamento acústico, entre outros. O valor orçado para tanto era de quase R$ 1 milhão. Mas as obras foram paralisadas novamente em 2012, por falta de pagamento à empresa que realizava as obras.

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