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Rombo da Câmara: Juiz nega acolhimento de alegações da defesa e instaura perícia contábil

11 de junho de 2012 - 11:21

O Diário Oficial de Justiça de hoje publicou um despacho do juiz da 2ª Vara Cível de Marília, Ernani Desco Filho, negando acolhimento às alegações dos acusados no caso do “Rombo da Câmara”: Toshitomo Egashira, Valter Luiz Cavina, Empresa Jornalística Jornal da Manhã Ltda., LX Consultoria e Informática Ltda. e Lanxonet.com de Marília Ltda..

Além disso, o juiz determinou início de perícia contábil para apurar possíveis atos de improbidade administrativa, recebimento de vantagem econômica indevida, lesão ao erário e violação dos princípios da Administração Pública.

Entenda o caso

Em 2005, quando Herval Rosa Seabra era presidente da Câmara, 58 cheques foram descontados irregularmente, tendo sido desviados a quantia de R$624.245,96.

Entre os principais envolvidos no caso, Toshitomo Egashira – réu confesso- e Valter Cavina foram a julgamento, juntamente com Seabra. Foram devolvidos R$102 mil aos cofres por Toshitomo.

Os cheques apontados no laudo da polícia científica foram depositados diretamente na conta de Egashira, na Caixa Econômica Federal, agência da própria Câmara. Ao todo, quarenta e cinco cheques foram depositados diretamente em sua conta, dos quais vinte e seis apontaram indícios de adulteração e outros quatro com suspeita de irregularidades em seu preenchimento.

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