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Transbordo: Iniciada em abril, plataforma ainda aguarda “ajustes” para funcionar

10 de dezembro de 2012 - 09:47
JÁ SE PASSARAM oito meses desde o início da construção da plataforma de transbordo de lixo no aterro encerrado no Distrito de Avencas, mas até agora a estrutura não está em funcionamento.
Alvo de multa da Cetesb (Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental), a estrutura sofreu atrasos por problemas geológicos e impasses para terceirização de empresa que concluiria a obra.
O secretário de Serviços Urbanos, Adhemar Gonzales, afirrmou ontem ao Correio Mariliense que “provavelmente” na semana que vem a plataforma começa a funcionar.
A construção da plataforma começou em abril, depois de a Cetesb multar a Prefeitura de Marília em cerca de R$ 18,4 mil, por falta da estrutura.
O lixo continua sendo despejado no chão e colocado em caçambas para o transbordo por meio de uma máquina retroescavadeira.
O Correio Mariliense vem acompanhando esta novela desde abril, quando a previsão de término da obra era maio. Esse prazo inicial foi alterado quando surgiu um problema geológico (uma rocha), que obrigou a construtora Nelmo Engenharia a refazer o projeto. Depois, houve um período de chuvas que provocou novo atraso.
Quando se tinha a expectativa de que a obra seria concluída, novamente houve atraso por conta da contratação de empresa terceirizada para fazer outros serviços acessórios na obra. No final de outubro a reportagem voltou a questionar as secretarias de Obras e Serviços Urbanos, sobre o início dos trabalhos. Na ocasião, Elias Mesquita, da Secretaria de Serviços Urbanos, afirrmou que seria feito um “teste” na quinta-feira da semana seguinte, para que o transbordo tivesse início.
Passados mais de 30 dias, a estação ainda está parada e sem que o transbordo seja feito da forma adequada.
A estação é uma exigência da Cetesb, para que não haja contaminação do solo.
O secretário de Serviços Urbanos, Ademar Gonzales, disse ontem que a expectativa é de que até a semana que vem a plataforma entre em operação. “Estamos concluindo a instalação da rede elétrica, que vai permitir a operação inclusive a noite. Faltam poucos serviços a serem feitos e acreditamos que tudo estará concluído e funcionando até a semana que vem”, destacou.
Plataforma
A construção da plataforma de transbordo começou em abril de 2012, sendo que o prazo para a conclusão dos trabalhos era de 60 dias. A empresa vencedora, Construtora Nelmo Engenharia, deu início as obras e durante o trabalho identi_ cou um problema geológico (uma rocha) que exigiu suspensão dos procedimentos, com uma reformulação do projeto. Marília vem fazendo o transbordo de lixo para Guatapará, por meio da empresa Leão Leão, que foi a vencedora da licitação de_ – nitiva. O custo do transbordo vai chegar a R$ 8 milhões por ano. 

Fonte: Correio Mariliense

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